Senai oferece 1,7 mil vagas em diversos cursos na Baixada Santista PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jorge Fernandes   
09-07-2014
Oportunidade

Senai oferece 1,7 mil vagas em diversos cursos na  Baixada Santista

Rosana Rife
N/A
Algumas inscrições podem ser feitas pela internet

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) São Paulo oferece 1,7 mil vagas vagas em cursos para quem quer se qualificar em busca de um emprego. A maior parte deles é gratuita. As oportunidades são para a Baixada Santista.

Algumas das opções são novidade. A instituição reformulou sua grade para estar antenada com o perfil profissional que as empresas buscam na Baixada Santista, conta o coordenador de atividades técnica do Senai, Carlos Burguer.

“Mudamos o foco para cursos voltados ao porto e retroporto e petróleo e gás, por exemplo, para atender às necessidades do mercado na região”.

Segundo ele, foi feito um levantamento utilizando como base os dados existentes nos ministérios do Trabalho e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. “Verificamos a necessidade de profissionais e a quantidade por segmento. Usamos as informações para reformular a grade curricular”.

O Senai é referência para muitas empresas na hora da contratação. “Uma loja que atua com suspensão, direção e freios, na Ponta da Praia, por exemplo, tem em seu quadro 100% dos nossos alunos que fizeram o curso nessa área”, destaca Burger.

Algumas inscrições podem ser feitas pela internet . Outras são presenciais. Vale ressaltar que as vagas serão preenchidas por ordem de chegada. Os cursos têm 160 horas de duração e alguns são pagos.



Santos

Unidade Ponta da Praia
Números: 300 vagas nos cursos de Automotiva, Manutenção Mecânica e Solda. Eles são pagos e os preços variam conforme a opção escolhida.  É possível parcelar os valores.
Inscrição: por meio do site. Basta clicar em Cursos de Formação Inicial e Continuada.

Unidade Vila Mathias
Números: 820 vagas nos cursos  de Eletrônica, Informática, Automação, Logística Portuária e Industrial.
Eles são pagos e os preços variam conforme a opção escolhida. É possível parcelar os valores.
Inscrição: via site.  Clique em cursos de formação inicial e continuada.

Unidade Zona Noroeste
Números: 80 vagas nos cursos de Assistente Administrativo e Auxiliar de Logística. Estes são gratuitos.
Inscrição: na Administração Regional da ZN, que fica na Av. Afonso Schimidt, s/nº, Areia Branca, tel.: 3209-8080.

São Vicente

Números: 100 vagas nas cursos de Auxiliar de Logística, Almoxarife e Operador de Microcomputador.
Todos são gratuitos.
Inscrição: na Av. Nações Unidas, 1.750, Vila Margarida, tel.: 3566-8463.

Praia Grande

Números: 400 vagas nos cursos de Auxiliar de Logística, Almoxarife, Assistente Administrativo, Operador de Microcomputador, Auxiliar de Mecânico Automotivo, Eletricista Instalador e Comandos Elétricos. Eles são gratuitos.
Inscrição: possível participar dos cursos de Auxiliar de Logística e Almoxarife indo na Associação Assistencial da Cidade da Criança, Rua Adriano Dias dos Santos, 256, Cidade da Criança, tel.: 3477-8552. Outra opção, que vale para todos os cursos, exceto Almoxarife, é ir à Fundação Educacional e Cultural, à Rua Oceânica Amabile, 100, Cidade Ocian, tel.: 3494-5242.

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Ministério Público denuncia grupo por fraude no Porto PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jorge Fernandes   
06-07-2014
Operação Ártico

Ministério Público denuncia grupo por fraude no Porto

Da Redação

Um auditor fiscal que atua no Porto de Santos foi denunciado por corrupção passiva pelo Ministério Público Federal (MPF). Outras cinco pessoas também foram acusadas do pagamento de vantagens indevidas a servidores da Receita Federal. Entre elas, três são despachantes aduaneiros.

Os crimes foram descobertos durante a Operação Ártico, iniciada em 2009 pela Polícia Federal (PF). Ela investigou importações fraudulentas nos estados de São Paulo, Mato Grosso, Espírito Santo e Rondônia.

Além de corrupção passiva, o grupo, formado por seis pessoas, pode ser condenado pela prática dos crimes de cor-rupção ativa e falsificação de documentos. O autor da denúncia é o procurador da República Thiago Lacerda Nobre.

De acordo com o MPF, a ação do grupo ocorreu em julho de 2006, quando o auditor denunciado cobrou o pagamento de R$ 1 mil pela liberação de um carregamento que estava retido no cais santista. A carga era composta por dispositivos de videogame e o motivo da retenção era uma diferença de 38% entre a descrição dos produtos e o peso da mercadoria constatado na balança.

Após o pagamento da propina, o contêiner foi liberado. O crime foi comprovado pela PF a partir de interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça. Além disso, um dos envolvidos confessou o oferecimento ilegal do dinheiro.

No ano seguinte, em fevereiro, um dos despachantes se envolveu novamente com o pagamento de propina. Ele solicitou a um empresário, proprietário de um contêiner, que disponibilizasse US$ 4 mil, que seriam entregues aos auditores da Receita.

A ideia era elaborar a declaração de importação com dados falsos para que os produtos caíssem automaticamente nas mãos dos servidores corrompidos. Assim, eles fariam a liberação da carga.

Os investigadores flagraram diálogos entre o empresário, uma auxiliar e o despachante, em que os três tratavam da fraude. Somente o empresário não foi denunciado porque faleceu no ano passado.

Dois outros despachantes participaram da liberação irregular de carga em março de 2007, quando ofereceram US$ 3 mil para que um auditor liberasse dois carregamentos de bolsas femininas de material sintético.

Os importadores enfrentavam problemas devido ao sistema de checagem dos produtos, mas conseguiram a facilitação do trâmite ao subornar o servidor. Ele também não consta da denúncia porque faleceu ainda em 2007.

Receita Federal

Procurada, a Receita Federal no Porto de Santos ainda não se pronunciou sobre a denúncia.

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Hospital dos Estivadores PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jorge Fernandes   
05-07-2014

Hospital dos Estivadores
 
Solicito que entrem em  contato com o telefone 13 78068267 os Estivadores que tem o titulo do Hospital, que com muito suor o construíram, o motivo é para uma reunião sobre o mesmo com a Prefeitura, mas já sabendo que o hospital hoje é Público portanto não temos direitos sobre o mesmo, por favor entrem em contato.

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