COMPLEXO DOS ESTIVADORES PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jorge Fernandes   
07-06-2016

COMPLEXO DOS ESTIVADORES

Embora a dificuldade para obter o custeio do Complexo Hospitalar dos Estivadores continue – com o prefeito Paulo Alexandre negociando e aguardando um retorno positivo do Governo Federal – a finalização do prédio continua “a todo vapor”, com a prefeitura cumprindo sua parte para atender melhor à população. Máquinas de ar condicionado com gerador a gás (que permitem economia de 40% no custo anual) chegaram ao local e foram içadas para, posteriormente, serem instaladas. O hospital está pronto para abrir as portas, mas teremos que esperar e cobrar a União para que mantenha o compromisso assumido de auxiliar com as contas mensais!

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MRS registra aumento de 34% no transporte de contêineres PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jorge Fernandes   
30-05-2016

MRS registra aumento de 34% no transporte de contêineres

De janeiro a outubro, concessionária ferroviária movimentou 57 mil TEU. No ano, prevê chegar a 68 mil TEU

FERNANDA BALBINO
15/12/2015 - 13:39 - Atualizado em 15/12/2015 - 13:44
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Uma das concessionárias ferroviárias que atende o Porto de Santos, a operadora MRS Logística registrou um aumento de 34% em seu transporte de contêineres de janeiro a outubro últimos, na comparação com o mesmo período do ano passado. Foram 57 mil TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), contra 42,6 mil no exercício anterior. A projeção da empresa é fechar 2015 com 68 mil TEU. 

De acordo com a operadora, em alguns segmentos de carga conteinerizada neste ano, o crescimento verificado revelou-se ainda mais expressivo. Como grande destaque, a MRS aponta as operações com papel e celulose. De 5.678 TEU movimentados nos dez primeiros meses do ano passado, a empresa alavancou suas operações para 12.146 TEU no mesmo período deste ano, uma alta de 113,91%.

Já as operações com produtos automotivos cresceram 49%. Elas passaram de 7.449 TEU no ano passado, para 11.132 TEU entre janeiro e outubro deste ano.

Em relação às bobinas de alumínio, a companhia registrou uma expansão de 26,82%. O volume passou de 850 TEU nos dez primeiros meses de 2014 para 1.078 TEU no mesmo período de 2015.

A criação de uma grade fixa para a saída de trens na Baixada Santista e uma série de obras de infraestrutura são os principais motivos do aumento da movimentação de cargas, segundo a MRS Logística. Para o próximo ano, a operadora prevê manter o aumento na casa de dois dígitos, adotando a mesma estratégia bem sucedida em 2015. 

“O que fez a gente crescer muito foram algumas tomadas de decisão no sentido de estruturar os produtos em contêine-res. E o grande sucesso para que a gente esteja atingindo esse crescimento de volume hoje foi termos criado um sistema de grade fixa de trens na região da Baixada. Ou seja, os trens de contêineres têm data e hora para sair e data e hora para chegar. Então cada serviço que a MRS monta nos pontos que ela atende, a gente tem atendimento fixo e isso trouxe muita confiabilidade junto aos clientes, porque a gente sabe a hora que vai partir e que vai chegar no destino”, destacou a gerente comercial de Industrializados e Granéis da MRS, Elisa Guimarães Figueiredo.

A MRS Logística tem sua malha nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo

Saída de trens em horários fixos foi implantada em 2014 e, gradativamente, a operadora aumentou o número de linhas que atuam nesse sistema. No começo, da Baixada Santista para Sumaré, no Interior do Estado, havia dois serviços semanais. Hoje, são dez. Já para o Vale do Paraíba, no Leste do Estado, são seis saídas por semana.

“No passado, esperávamos encher o trem para levar uma quantidade maior de carga. Hoje, esse trem parte na hora fixa, com carga ou sem carga. É óbvio que, no começo, foi uma aposta da MRS, mas foi a melhor coisa que a gente fez. Os clientes de automotivos, por exemplo, são extremamente criteriosos porque você pode parar uma linha de fabricação (de carros) se não estiver operando dentro dos prazos e a gente conseguiu buscar a confiabilidade pra ter esse tipo de clientes”, explicou Elisa Figueiredo. 

Ramais

Além da grade fixa de partidas dos trens, a MRS fez investimentos que aumentaram a capacidade do sistema, entre eles, no sistema cremalheira. A inauguração do ramal ferroviário do terminal de contêi-neres Embraport, que fica na Área Continental de Santos, na Margem Esquerda do complexo portuário, também foi importante para alavancar o volume de cargas, destaca a gerente comercial de Industrializados e Granéis da concessionária ferroviária. 

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Terminais vão entrar em operação até 2018 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jorge Fernandes   
15-05-2016

 

 

 

 

 

 

Terminais vão entrar em operação até 2018

Expectativa é do diretor-geral da Antaq, Mario Povia

FERNANDA BALBINO
11/12/2015 - 13:28 - Atualizado em 11/12/2015 - 13:35
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Os três terminais do Porto de Santos leiloados na última quinta-feira (10), na Capital, devem entrar em operação em, no máximo, dois anos e meio. Esta é a expectativa de Mário Povia, diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), órgão que supervisionou a licitação das instalações.

O consórcio LDC Brasil (formado pelas traders Louis Dreyfus Commodities e Cargill Agrícola), o Grupo Marimex e a Fíbria Celulose serão os novos arrendatários dessas unidades do cais santista. Por 25 anos, eles poderão operar os lotes STS04, na Ponta da Praia, STS36, no Paquetá, e STS07, no Macuco, respectivamente.

Como o terminal da Ponta da Praia já está em operação, Povia prevê que, entre as outras duas instalações, a STS07 inicie suas atividades primeiro, em cerca de um ano e meio, no máximo. Trata-se da unidade que irá movimentar carga geral e celulose no Macuco.

“A área da Fíbria, talvez, em um ano ou um ano e meio (entre em operação). Eles têm liberdade para fazer o investimento e isso pode ser moldado melhor, principalmente com o ferroviário, porque será necessário um casamento bom. A embarcação tipo é muito tranquila, então obras de cais serão tranquilas e esse momento também tem que estar casado com os desvios ferroviários. Não é só o terminal portuário. A integração (modal) é muito importante”, disse o executivo. 

No Corredor de Exportação do Porto de Santos, três armazéns graneleiros foram reunidos no lote STS04

 Já em relação à área do Paquetá, que também irá operar celulose e carga geral, a estimativa é de que os embarques e desembarques sejam iniciados em cerca de dois anos e meio. Segundo o novo arrendatário, o presidente do Grupo Marimex, Antonio Carlos Fonseca Cristiano, serão necessários de quatro a cinco anos para a conclusão das intervenções necessárias.

Para que a previsão do diretor-geral da Antaq se torne realidade, a partir da adjudicação do leilão, será iniciada uma fase de transição. Ela ocorrerá principalmente no terminal destinado às operações com granéis sólidos de origem vegetal, o STS04.

“Tem todo um cronograma de entrega da área, de repasse. Há um contrato em vigor. Especificamente no caso da Ponta da Praia, deve ser um contrato de transição. Então a partir da adjudicação, ou seja, da tomada de posse do licitante vencedor, há essa transmissão. Há toda uma passagem de bastão dos ativos, de tudo que está lá, os bens reversíveis”, explicou Povia.

Segundo o diretor-geral, todos os procedimentos serão acompanhados pela Antaq, em parceria com a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a estatal que administra o cais santista.“Na área ocupada tem esse detalhe que é mais específico e requer alguns cuidados maiores na definição desse time. Vamos fazer isso com quem está lá e com quem vai entrar. Salvo engano, a própria Dreyfus está lá e será mais tranquilo. Mas é um momento de maior cuidado e precisamos combinar bem os procedimentos”.

Entrega de Projetos

Nos três terminais, os novos arrendatários terão um prazo para a elaboração de um Projeto Básico de Investimento (PBI). O material deverá apresentar todas as intervenções previstas para as áreas. A expectativa do Governo é de que essas obras somem R$ 608 milhões.

“Ele (o PBI) vai à análise da Codesp, da SEP (Secretaria de Portos) e da Antaq e isso dá aderência do que se pretendia fazer com o que será realizado. Mas o vencedor do leilão está liberado para reformar o terminal dentro dos compromissos que ele assumiu de movimentação mínima e de movimentação de carga. Esta é uma característica do modelo. (O arrendatário) pode usar da expertise privada para colocar o terminal em funcionamento, fazendo os investimentos. Isso é intrínseco ao modelo, mesmo para área ocupada”, explicou o diretor da agência reguladora. 

 
 
 

 

              

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