Biblioteca no Porto PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jorge Fernandes   
28-04-2016

Nosso projeto implantar Biblioteca no Posto de Escalação do OGMO
P 01,P02 e P03. Livros para você levar para sua casa. No Porto só ficar os melhores, para se fazer os cursos do OGMO o trabalhador deve ter o Ensino Fundamental (antigo primário). Objetivo levar mais conhecimento aos TPas do maior Porto do Hesmifério Sul. O mais importante você pode levar livros para nossa estante.

Aguardem!!!!!!

Estivador / Jornalista

Jorge  Fernandes

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Paulinho da Força vira réu por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jorge Fernandes   
28-04-2016

Paulinho da Força vira réu por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha

Jornal do Brasil+A-AImprimir
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O deputado federal Paulo Pereira da Silva (SP), o Paulinho da Força, fundador e presidente do partido Solidariedade, se tornou réu por ação penal aberta nesta terça-feira pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O parlamentar responderá por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e crime contra o sistema financeiro nacional.

Paulinho da Força foi denunciado por envolvimento na Operação Santa Tereza, da Polícia Federal, que investigou desvios de recursos do BNDES. O Supremo decidiu aceitar a denúncia contra o parlamentar, apresentada pelo Ministério Público Federal, que acredita que ele se beneficiou do esquema.

Conforme a denúncia, Paulinho seria beneficiário de desvios em financiamentos concedidos pelo BNDES a uma loja e da Prefeitura de Praia Grande (SP). Os valores seriam desviados através de uma empresa de consultoria que, segundo o MPF, não realizava os serviços para a loja e a prefeitura.

Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, é presidente e fundador do SolidariedadePaulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, é presidente e fundador do Solidariedade

As "comissões", ainda segundo as investigações, variavam de 3% a 4% dos valores dos financiamentos.

Para o ministro Teori Zavascki, relator da ação penal, conversas telefônicas gravadas pela Polícia Federal indicam que houve o desvio dos recursos. Segundo o ministro, planilhas manuscritas e cheques apreendidos mostram a divisão dos valores, que foram recebidos por intermédio de consultorias inexistentes e depositados na conta da ONG Meu Guri, ligada ao deputado, para ocultar a origem dos recursos.

“A denúncia apontou que a suposta associação criminosa seria composta, entre outros, pelo acusado [Paulinho], que se utilizaria sua influência junto ao BNDES para conseguir aprovação do financiamento, cobrando como contrapartida, comissões, que variavam de 2% e 4% do valor financiado. A influência exercida decorreria dos cargos ocupados pelo acusado, deputado federal, e de presidente da Força Sindical”, disse o ministro.

A defesa de Paulinho alega que ele não tem envolvimento no suposto esquema e que foi vítima de "tráfico de influência" por membros da suposta quadrilha. Estes usariam o nome do deputado, segundo seu advogado, para justificar o valor dos serviços de consultoria cobrados pela empresa.

Paulo Pereira da Silva já chegou a dizer que Dilma Rousseff deveria estar na prisão e, nesta segunda-feira 7, um dia antes de se tornar réu, pediu a renúncia da presidente. Ele tem participado com frequência de manifestações em defesa do impeachment.

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Aposentados que trabalham não têm direitos previdenciários PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jorge Fernandes   
27-04-2016

Aposentados que trabalham não têm direitos previdenciários

Aposentados que seguem trabalhando ou retornam à atividade têm garantidos os seus direitos trabalhistas. Desde 1991, quando a rescisão do contrato de trabalho deixou de ser exigência para as aposentadorias voluntárias (idade, tempo de serviço ou especial), os direitos trabalhistas foram bem mantidos. Na ocorrência do despedimento pelo empregador, por exemplo, a multa incide sobre o total do FGTS, inclusive sobre o valor que tenha sido retirado na aposentadoria ocorrida antes. Porém, nem tudo são flores: além da descaracterização do ato de aposentar (este blogueiro já falou bastante sobre), os direitos previdenciários foram retirados.

Todo mundo sabe que ninguém pode se aposentar duas vezes no mesmo regime. Porém, trabalhando e contribuindo, algum retorno deve haver. Até 1993 existia o pecúlio, devolução das contribuições pós aposentadoria, com juros e correção monetária, mas, desde então, o que restou para o aposentado trabalhando? Seria o salário-família e a reabilitação profissional. Parece piada, aposentado com filho até 14 anos ou quem sabe recebendo uma boa “reabilitação profissional”. É inconstitucional, contribuir sem direito a nada!

Por um lado a resposta é a desaposentação, luta judicial que ainda continua. Por outro, as mudanças nos benefícios de acidentes do trabalho, entre 1995 e 1998, puniram mais ainda os aposentados que estão em atividades. Já era bastante discutível se o trabalhador aposentado que fique incapacitado não teria o direito de optar por um auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez, quando mais favorável do que o benefício que recebe. Ainda por cima o auxílio-acidente, único benefício simplesmente indenizatório pela redução da capacidade laboral, tornou-se inacumulável com qualquer tipo de aposentadoria; ou seja, o trabalhador aposentado nem mesmo tem a proteção do Seguro de Acidentes do Trabalho. Talvez a melhor saída fosse pagar bons benefícios para que os aposentados não tivessem que trabalhar.

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